Avaliação dos Programas e da Transmissão da Hanseníase
Visão geral
Avaliação dos Programas de Controle e da Transmissão da Hanseníase (LPTA) é realizada por equipes internas ao final da Fase 1 (ver o Marco para a Eliminação da Hanseníase no Anexo), quando uma jurisdição subnacional (geralmente de segundo nível) alcança o marco de interrupção da transmissão, definido como zero casos autóctones em crianças durante cinco anos consecutivos. A LPTA também é conduzida ao final da Fase 2, quando se atinge o marco de eliminação da hanseníase como problema de saúde pública. O processo tem como objetivo documentar o cumprimento dos critérios programáticos estabelecidos e analisar as tendências dos indicadores epidemiológicos na jurisdição, a fim de confirmar a conquista do marco. Isso inclui a avaliação dos serviços de saúde que prestam atenção em hanseníase. A metodologia da LPTA envolve a revisão de dados epidemiológicos, a avaliação das unidades de saúde e a validação e verificação dos critérios programáticos por meio de visitas de campo. As evidências coletadas em unidades administrativas de saúde subnacionais são consolidadas em um dossiê de eliminação da hanseníase, que deve ser submetido à Organização Mundial da Saúde quando o país atingir o marco nacional de eliminação. Países que não detectaram casos novos de hanseníase nos últimos três anos ou mais podem aplicar a LPTA em nível nacional como parte do processo de verificação. Aqueles que provavelmente estarão entre os primeiros a solicitar a verificação podem não registrar casos novos há mais de dez anos.